AMD Fusion: processador e chip gráfico em um único componente!

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A nova empreitada da AMD promete revolucionar os conceitos de CPU e GPU, unindo-os em um único sistema integrado.

Como muitos já sabem, a AMD, uma das líderes de vendas de processadores, comprou a ATI, a principal concorrente da Nvidia no mercado de placas de vídeo. Agora, a empresa mostra um dos motivos da compra, que vai muito além de vender apenas os chips gráficos renomados da empresa canadense.

O nome da empreitada é Fusion, e designa, se realizado com sucesso, um grande avanço tecnológico no desenvolvimento de microprocessadores. Em poucas palavras, a idéea é unir o processador central ao chip de processamento gráfico em um sistema único, dando novos conceitos e possibilidades ao componente.

Unir as características específicas de CPU e GPU em uma fusão como a proposta pela AMD pode ser algo extremamente interessante em diversas aplicações. No entanto, vamos explicar um pouco mais sobre estes dois termos para ambientá-lo neste tema.

CPU e GPU

O primeiro termo é a abreviação de Central Processing Unit, ou unidade central de processamento, mais conhecida como apenas processador. Em termos bem básicos, o componente é o que processa tudo o que acontece ao utilizar o seu computador e o sistema operacional dele.

A frequência de operação de um processador é uma de suas características mais importantes. Medida em hertz, ela descreve basicamente quantas operações o processador executa em um determinado intervalo de tempo. Velocidades que há alguns anos eram de poucos megahertz hoje passam de 3 GHz em diversos modelos.

Mais de um núcleo

Há alguns anos atrás, começaram a ser desenvolvidos processadores com dois, três e quatro núcleos, com diversos modelos neste formato vendidos atualmente para consumidores comuns. A proposta é dividir as tarefas de processamento, facilitando as operações no sistema sem sobrecarregar apenas um processador, o que acontecia frequentemente há algum tempo atrás.

Graphics Processing Unit

A unidade de processamento gráfico de um computador, também conhecida como GPU, é o processador central de uma placa de vídeo, por exemplo. Este chip conta com funções semelhantes ao que ocorre em um processador normal, mas com características ideais para tarefas que envolvem os elementos gráficos de um sistema, como jogos ou programas de edição de vídeos, por exemplo.

Unindo a GPU a diversos outros componentes específicos, é possível criar uma placa de vídeo completa, um conjunto indispensável para quem é aficionado por jogos e aplicações que demandam grande potencial gráfico.

FUSION

Uma das ideias da AMD ao adquirir a ATI é sem dúvida usar os conhecimentos desta em GPUs para tornar possível a fusão em um único componente de processamento central. Atuando lado a lado dentro do processador, a linha de processadores AMD Fusion promete desempenhos excepcionais em diversas tarefas, em especial nas que necessitam de qualidade gráfica elevada.

A iniciativa é um salto enorme para alguns mercados carentes de um sistema integrado de processamento e gráficos, como os notebooks, por exemplo. O Fusion permite grandes melhorias de desempenho tanto para laptops quanto para computadores normais, mas não pense que verdadeiros milagres serão feitos na plataforma.

O fim das placas de vídeo?

Como já citado pela própria AMD, o Fusion é um upgrade enorme no potencial gráfico de um computador, agregando uma GPU exclusiva ao componente. No entanto, pouco sabemos sobre o real potencial desse novo sistema, embora muitos acreditem que as placas de vídeo como conhecemos nunca poderão ser substituídas.

A ideia é realmente interessante e promete chegar ao consumidor final somente em 2011, e sem dúvida até lá muito poderá ter mudado em relação ao potencial alcançado no sistema. Resta a nós esperarmos para conferir a união de CPU e GPU em uma unidade única de processamento, o que certamente causará um grande efeito no mercado de processadores e placas de vídeo.

Intel adota o caminho inverso

Usando todo o seu conhecimento em processadores, a Intel agora quer partir para o ramo de placas de vídeo com força total, apresentando o Larrabee, um sistema diferenciado e muito interessante para processar os gráficos.

Ele consiste, basicamente, em uma placa de vídeo repleta de pequenos processadores, que dividem as funções gráficas individualmente, o que segundo a Intel pode ser mais eficiente do que o padrão atual em placas de vídeo.

Assim, cada efeito ou detalhe na tela é dividido de uma forma inteligente e rápida, fazendo com que a placa atue da melhor forma possível.

Essa característica torna o componente mais versátil que as placas de vídeo como conhecemos, já que os processadores podem ser manejados de diversas formas, de acordo com a aplicação que estão lidando no momento.

O FUTURO

Como todos sabem, o que movimenta na realidade o avanço tecnológico nos componentes de um computador são jogos e alguns outros aplicativos realmente pesados, fazendo com que as grandes empresas desenvolvam processadores e placas de vídeo cada vez mais poderosos, que atendam às exigências dos usuários mais aficionados nesse sentido.

A ideia do Fusion é sem dúvida muito interessante, e os resultados ao unir CPU e GPU em uma única unidade de processamento parecem animadores, embora pouco material empírico exista a respeito de sua real capacidade.

Além disso, a Intel e o sistema Larrabee em placas de vídeo parecem dar um novo foco ao componente, ampliando suas características e tornando-o ainda mais versátil, a partir de pequenos processadores que dividem as tarefas gráficas no sistema.

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Energia elétrica sem fio

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Imagine o dia em que não precisarmos mais plugar aparelhos elétricos à tomada para que eles funcionem, pois o equipamento será capaz de captar a energia que precisa, através do ar. Apesar de isso parecer tema de filme de ficção científica, a tecnologia existe, está em fase de experimentação e promete revolucionar a forma como pensamos em fontes de alimentação para equipamentos eletrônicos (e até os outros tipos de eletrodomésticos, como geladeiras, fornos de microondas, etc.). Ou seja, será possível ligar aparelhos em locais onde ficaria muito difícil ou mesmo impossível utilizar cabos de energia.

De onde veio isso?

A história da transmissão sem fio de energia elétrica é mais velha do que você pode imaginar. Já no Século 19, os estudos sobre a energia elétrica avançavam rapidamente e suas aplicações eram difundidas e ampliadas a diversos tipos de equipamento. Em 1894, ou seja, mais de cem anos atrás, nosso grande amigo Nikola Tesla conseguiu acender uma lâmpada sem o uso de qualquer cabo de energia, através de um processo chamado “indução eletrodinâmica”.

Nikola Tesla

Nikola Tesla é considerado um dos mais importantes nomes da engenharia elétrica. Seus estudos foram críticos para a melhoria da energia elétrica usada para fins comerciais.

Em 1988, um grupo de estudos liderado por John Boys construiu o primeiro protótipo de fonte de alimentação que dispensava contato físico com os equipamentos alimentados. A tecnologia foi patenteada então pela empresa da universidade onde foi criada. Em 2008, a Intel conseguiu reproduzir os modelos de Tesla e do grupo de John Boys, acendendo uma lâmpada sem a utilização de fios, com luminosidade satisfatória.

Como funciona?

O processo físico de transmissão de energia elétrica sem a utilização de cabos é exatamente o mesmo realizado nas telecomunicações, com a única diferença de que o foco dos cientistas está na eficiência com que a energia é entregue. A eficiência pode ser entendida como a capacidade que o equipamento tem de converter a energia recebida, seja do tipo que for, em energia elétrica. Quanto mais energia for gerada na conversão, maior a eficiência.

Qualquer aparelho que possua uma antena — como rádios, antenas parabólicas, telefones celulares e outras engenhocas — recebe uma quantidade de energia, interpreta-a e transforma em dados que você visualiza na tela do monitor, televisão, etc. A transmissão de energia elétrica será muito semelhante, então imagine que daqui a pouco tempo, seu celular não precisará de bateria enquanto estiver ao alcance de uma antena. Outras maravilhas serão possíveis com a tecnologia, e estamos babando para que elas aconteçam.

Uma organização chamada Wireless Power Consortium (Consórcio de Energia sem Fio) já foi criada para se responsabilizar pela padronização de todos os dispositivos de transmissão de energia elétrica sem fio.

Você poderia perguntar algo como “se essa tecnologia vingar, eu não vou tomar choques constantes quando eu sair de casa?” A resposta é não, porque, o “formato” com que a energia circulará pelo ar não é o mesmo que circula pelos cabos elétricos. Quando falamos sobre eficiência há pouco, nos referíamos justamente à capacidade que os equipamentos terão de converter esse “formato” de energia para um que seja capaz de alimentar o aparelho.

Quando estará disponível?

Na verdade, a energia elétrica sem fio já é utilizada, mas em escalas menores. Você já deve ter visto transformadores pendurados em postes. Esses equipamentos possuem componentes internos que não se tocam, mas transmitem energia um ao outro através de um fenômeno chamado indução. Além disso, quase todo equipamento elétrico possui esse tipo de componente interno. Assim, para podermos usufruir de energia elétrica transmitida pelo ar, o processo físico que já acontece na sua geladeira, no transformador da rua ou no seu computador, será adaptado e sua escala aumentada.

Telefones celulares, telefones residenciais sem fio, antenas parabólicas, satélites, estações de rádio, roteadores de redes Wi-Fi, Bluetooth e raios laser são exemplos de aplicações que transmitem e recebem diferentes tipos de energia sem fio. A energia elétrica funcionará de forma similar.
Possibilidades infinitas

Inicialmente, qualquer tecnologia é extremamente limitada e, portanto, a energia elétrica sem fio terá capacidade de fazer pouca coisa no começo. Entretanto, um grande benefício de se transmitir energia elétrica pelo ar é que seria uma ótima maneira de eliminar a poluição visual causada pela quantidade imensa de cabos que povoam tanto paisagens externas quanto internas. Poderíamos andar por ruas sem vermos aquele emaranhado de fios passando sobre nossas cabeças, não correríamos mais o perigo de tropeçar em um cabo solto no chão, assim como nunca mais teríamos problemas com eletricistas, nem precisaríamos olhar a planta baixa de nossas casas na hora de martelar um prego na parede.

Imagine que, além de acessar a internet sem usar fios, você poderá ligar seu MP3 player sem qualquer tipo de bateria, captando energia do ar e alimentando o aparelho com ela. Ou ainda, a própria energia recebida pelo ar poderia ser utilizada para carregar a pilha do aparelho, para que seja utilizada nos momentos em que uma antena não estiver disponível.

Carros elétricos já são uma possibilidade real e viável, mas o mercado não deixa que eles sejam difundidos devido à grande quantidade de petróleo disponível nas reservas. Porém, quando eles começarem a ser produzidos em escala industrial, e se a energia elétrica sem fio já estiver disponível, imagine que você poderá dirigir um carro totalmente silencioso, econômico e não poluente, deixando outras fontes de energia como secundárias, para quando você estiver longe de uma antena.

O que já pode ser feito?

Já estão disponíveis vários produtos que utilizam energia sem fio para carregar a bateria de eletrônicos. Um deles é o carregador do Palm Pre Touchstone. O usuário só precisa colocar o dispositivo em cima do carregador, ímãs posicionarão corretamente o aparelho e, em seguida, o Palm será carregado sem qualquer fio conectado a ele.

A Philips já possui vários produtos que aproveitam a tecnologia de energia elétrica sem fio para carregar a bateria dos aparelhos. Barbeadores, escovas de dente elétricas, e até massageadores íntimos já estão disponíveis com a nova tecnologia.


Os proprietários de consoles do Nintento Wii foram agraciados no ano passado com o lançamento de um carregador, fabricado pela Sanyo, que dispensa o contado com a bateria para carregá-la. Basta posicionar o Wii-mote sobre o carregador para que ele seja automaticamente recarregado.

Carregador para o Wii-mote

Nada como uma pantufa para esquentar seus pés no inverno. Mas e se uma pessoa muito friorenta precisa de algo que aqueça de forma mais eficiente? Simples, basta que ela compre as pantufas aquecidas Fu Da Tong Techonology, uma empresa de Taiwan, dedicada ao desenvolvimento de energia wireless. As pantufas mantêm-se aquecidas e quando a bateria terminar, basta descalçá-las e deixá-las em cima do tapete carregador.

Pantufas térmicas.

Estes são somente alguns exemplos do que a energia sem fio pode fazer. Muita coisa ainda está sendo estudada e muitos produtos ainda serão lançados. Ainda não temos uma linha de produtos para brasileiros, mas não demorará muito para que os consumidores verde-e-amarelos possam adquirir dispositivos que não necessitam de fios para terem suas baterias carregadas.

Tudo sem fio

Usando a imaginação, podemos pensar em situações corriqueiras que nos permitirão o uso da energia elétrica sem fio. Pense em acordar com o despertador do rádio relógio, que por mais que você jogue longe, não será desligado. Ele continua apitando até que você levante da cama. Depois de se vestir, você vai até a cozinha, abre a geladeira, serve-se de um copo de leite e coloca-o no forno de microondas. Depois de um minuto, seu leite está quentinho, o que é um mistério, porque o plugue do forno não está na tomada.

Em seguida, você entra no seu carro e, quando senta no banco e vira a chave, percebe que o tanque está vazio. Mesmo assim, o carro liga e você consegue ir trabalhar. No caminho, leva um grande susto, pois apesar de seu celular estar sem bateria, ele toca aquela música ridícula que você usa como campainha. Ao chegar ao trabalho, você se senta em frente a um monitor que não possui qualquer tipo de conexão via cabo, e um computador sem nenhum fio ligado.

A situação acima é só uma viagem a um futuro incerto. Provavelmente a tecnologia não será aplicada da maneira como relatamos nessa situação, mas será algo muito parecido. Por enquanto, ela está sendo aplicada somente a carregadores para as baterias de equipamentos eletrônicos, mas podemos esperar grandes avanços e cada vez mais dispositivos capazes de funcionar fora da tomada.

Em resumo, a energia elétrica sem fio é uma solução limpa, que pode resolver muitos problemas, em muitas áreas diferentes da sociedade. Só devemos esperar (e fiscalizar) os responsáveis pelo desenvolvimento da tecnologia, para que ela seja aplicada da forma correta, e para que todos nós possamos usufruir dela no dia a dia, em um futuro próximo.

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Processadores de 32 núcleos, como isso é possível?

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A multiplicação dos cores é a nova tendência para a evolução dos processadores, mas onde isto pode chegar?

Feliz com seu processador dual core ou ainda sonhando com os de 3 ou 4 núcleos? Ambos já têm seu lugar reservado em um museu para daqui alguns anos, pois a arquitetura dos processadores evolui com tamanha velocidade que modelos octo core já estão chegando ao mercado e em pouco tempo os de 12, 16 e até mesmo 32 núcleos estarão à venda. Como isto é possível, o que esta proliferação de cores pode proporcionar e quando estes modelos poderão ser vistos em plena atividade?

Antes de descobrir quais as aplicações destas novas tecnologias de processamento, acompanhe um breve apanhado da evolução dos processadores para que sua projeção se torne mais consistente. Somente então cabe descrever as múltiplas tarefas que tais processadores serão capazes de desempenhar e prever sua chegada ao mercado.

Multicore, o que são?

Já reparou como em poucos anos a tecnologia dos processadores deixou de evoluir a frequência para focar o desenvolvimento dos núcleos múltiplos? O aumento da velocidade resulta sempre no aumento da temperatura, um problema cada vez maior a ser contornado. Um único núcleo funciona ainda como uma espécie de gargalo, obrigando o processador a se concentrar em uma única atividade de cada vez.

Processadores de 4 núcleos já são comuns.

Por outro lado, dividir a central de processamento em vários núcleos resulta em uma queda significativa na temperatura, possibilitando um caminho muito mais amplo para a evolução dos processadores. Também é possível dedicar uma tarefa diferente para cada núcleo, além do evidente ganho em desempenho, isto resulta em uma maior versatilidade da máquina.

À medida que as dimensões de seus componentes diminuem, os processadores caminham para a multiplicação de núcleos. Não se trata de uma projeção, esta é uma tendência real que reflete o rumo de todas as empresas do ramo.

Quantos núcleos seu computador possui?

Processadores de 2 núcleos já se tornaram bastante comuns e os de 3 e 4 núcleos já podem ser adquiridos a preços bastante convidativos. Como isto é possível, se tratando de uma tecnologia de ponta? A resposta é simples: os quad-cores estão prestes a serem superados pelos processadores de 8 núcleos. Isto mesmo, os modelos octonucleares já começam a ser vendidos no final de 2009 ou início de 2010, marcando um novo capítulo para a guerra dos “cores” entre a Intel e a AMD.

Baseado na mesma tecnologia empregada na família de processadores i7, o que há de mais robusto atualmente, o Nehalem é o primeiro processador da Intel a trabalhar com 8 unidades de processamento. Já a AMD investe na arquitetura Montreal para abrigar seu primeiro modelo octonuclear e garantir seu lugar na disputa. Ambos contam com processadores de 45 nanômetros, a mesma dimensão empregada nos modelos quad cores atuais.

As duas empresas trabalham ainda no desenvolvimento de processadores de 32 nanômetros ainda em 2010 ou 2011. Já para 2012, os projetos de 22 nm deverão ganhar lugar nas prateleiras e nas primeiras máquinas de usuários. Em plena corrida dos cores, a dimensão dos processadores será reduzida pela metade dentro de poucos anos. Qual o resultado disto?

A multiplicação dos cores

Além dos 8, 12, e até os 16 núcleos em um único processador, antes do seu adiamento, o projeto da Intel conhecido como “32-core Keifer” tinha previsão para 2010. Isso mesmo, 32 núcleos em um único processador! Embora nada tenha sido confirmado pela empresa após a mudança de data, ainda sem previsão, isto mostra que a tecnologia para a elaboração do componente já está bastante próxima, provavelmente a empresa esbarrou na complexidade exigida dos demais componentes.

Assim como um processador quad core não desenvolveria seu potencial ao trabalhar com memórias DDR, jamais seria possível administrar 32 cérebros simultâneos com o padrão atual de hardwares. A forma com que o processamento é lidado pela máquina também precisa evoluir para se tornar compatível, somente então trabalhar com um processador de 32 núcleos se tornará uma realidade.

Para que tantos núcleos?

Como dito, o conceito de um processador multicore é ligeiramente diferente de um processador comum, este pode se dedicar a várias tarefas diferentes ao mesmo tempo. Também é fato que após uma grande disputa com a Intel, a AMD acabou comprando a ATI (desenvolvedora de placas gráficas). Consegue imaginar o resultado disto? A resposta está na fusão CPU-GPU (do processador com a placa gráfica), chamado pela empresa de AMD Fusion ou simplesmente Fusion.

Trata-se basicamente em dedicar alguns dos núcleos do processador central para os cálculos e aplicação de efeitos dos vídeos e gráficos em 3D, já que os núcleos “genéricos” desempenham muito mal esta tarefa. Se levarmos em conta que o setor das GPUs é um dos pioneiros em demanda de tecnologia, desenvolver um processador híbrido como este seria capaz de elevar o potencial gráfico a um novo patamar.

Então quando é que eles chegam?

A fusão CPU-GPU é recente demais para se incorporar à geração atual de componentes e a previsão atual para o projeto AMD Fusion é para a segunda metade de 2011. O fato é que esta fusão só deverá sair do papel em estruturas de processamento menores que 45 nm e em processadores de 8 núcleos.

Novos padrões de processamento estão por vir

Aguardam-se para 2012 os processadores de 22 nm, somente então será possível imaginar os 16-cores entrando em ação. Já os processadores de 32 núcleos, previstos inicialmente para 2010, não deverão chegar antes de 2013 ou 2014, mas estas previsões estão longe demais para serem precisas. A Intel afirma que processadores com centenas de cores ainda virão, e que provavelmente chegarão antes do que se imagina.

Há poucos anos atrás, imaginar um processador trabalhando com mais de um núcleo parecia loucura, pois estamos diante dos octo core e aguardando a chegada dos que possuem 12, 16 ou até mesmo 32 núcleos. Além de gráficos estupendos com a fusão gráfica, o que mais tantos processadores poderão nos oferecer no futuro? Será possível dedicar um processador diferente para cada uma das atividades do computador?

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O 4G está chegando

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O 3G mal chegou, mas as grandes companhias já se armam para o futuro com os padrões LTE e WiMax, que vêm para revolucionar o seu conceito de banda larga!

O 3G ainda está dando seus primeiros passos — principalmente no Brasil, que somente agora está vendo o salto dos usuários do serviço com a introdução de aparelhos como o iPhone e outros capazes de navegar pela internet adequadamente—, mas uma nova onda tecnológica já está no horizonte: é o 4G, a quarta geração de estratégias e especificações para as comunicações móveis.

Mas o que ela trará de bom a você? A resposta é simples: muito mais praticidade, padrões de velocidade e qualidade mais altos e muito mais integração entre os dispositivos eletrônicos com capacidade para comunicação sem fio!

Por que mudar?

Para apenas telefonia e envio de mensagens, a rede atual é mais do que suficiente, mas junto à 3G chegaram também ofertas de serviços como o envio de mensagens multimídia, conteúdo de transmissões digitais HDTV, vídeo chamadas e até mesmo transmissões móveis, que requerem uma banda enorme para o tráfego de dados e uma infraestrutura mais robusta.

É justamente para ofertar tudo isso (e mais novidades que virão no futuro) com a qualidade necessária para os usuários de forma simultânea que novos padrões estão sendo desenvolvidos e estudados.

Muitos vídeos... em qualquer lugar!

Uma longa disputa pela frente

Se a briga das mídias de nova geração viu o Blu-Ray contra o HD-DVD (disputa levada a sério pela gigante Sony), a quarta geração das tecnologias de comunicação sem fio está de olho no embate entre o WiMax e o LTE (que é o acrônimo para Long Term Evolution, ou evolução a longo prazo), as duas tecnologias de transmissão 4G.

Ambas partem da ideia de movimentar dados e informações (através de endereços de IP) e são baseadas na tecnologia OFDM (do inglês Orthogonal frequency-division multiplexing, uma técnica de modulação construída sobre a multiplexação por divisão de frequência), o que as distancia do cenário visto com o CDMA e o GSM em que havia duas tecnologias completamente distintas e incompatíveis no mercado. Mesmo assim, isso não significa que as duas não estão em competição.

Conhecendo melhor os concorrentes

WiMax

A primeira (WiMax, Worldwide Interoperability for Microwave Access) se desenvolveu de um conceito próximo do Wi-Fi (e de especificações também abertas, que se traduzem em equipamentos mais baratos, mas com implementações de melhorias e recursos mais recentes), permitindo acesso à banda larga sem fio com custos reduzidos e com muito mais eficiência principalmente no que diz respeito aos usuários finais em locais mais remotos.

Existem também duas variações dela, uma nomádica (IEEE 802.16-2004, que seria útil para transmitir a conexão para lugares de difícil cabeamento, reduzindo o custo para as operadoras), com hotspots para conexão local e outra móvel (IEEE 802.16-2005), que funcionaria para as redes telefônicas e em velocidades de deslocamento de até cem quilômetros por hora.

O WiMax também possui uma ligeira vantagem de implementação (está a mais tempo no mercado), além do suporte das gigantes Sprint e Intel. Infelizmente, mesmo embora projetada para altas velocidades, ela vem sofrendo pressão constante por não manter a velocidade esperada na maioria dos testes realizados até agora, fato que indica a falta de maturação da tecnologia.

Outros problemas que limitam sua inserção são a possível sobreposição de banda em alguns países, contratos de proteção de investimentos já estabelecidos com os padrões LTE e também a alta interferência (em algumas frequências mais altas de transmissão) causada por chuvas, o que limita seu raio de utilização e reduz ainda mais a velocidade do tráfego de dados.

LTE

Já o LTE (resultado do 3rd Generation Partnership Project, 3GPP) desponta como sucessor natural para os atuais padrões UMTS, já que se trata de uma evolução natural para os padrões 3G atuais, pensado desde o início para a comunicação móvel. O resultado é a transmissão de dados bidirecional, com velocidades que são de 15 a 100 vezes maiores que as vistas atualmente (teoricamente 100 Mbits por segundo para Downlink e 50 Mbits por segundo para Uplink) .

O Long Term Evolution é também retro-compatível (assim como o GSM foi com o TDMA), o que significa que usuários, serviços e aparelhos da nova rede e da antiga podem coexistir sem quaisquer problemas.

Outra vantagem é o suporte para diversas bandas, que vão de 1,4 MHz até 20 MHz, bem como as tecnologias FDD (Frequency Division Duplexing) e TDD (Time Division Duplex). Já com relação ao alcance, a melhor distribuição é realizada dentro de um raio de cinco quilômetros, mas pode chegar até cem quilômetros com um desempenho ainda aceitável.

Para aumentar ainda mais as forças deste padrão fechado, todas as grandes operadoras norte americanas e diversas outras ao redor do globo (como a Verizon, AT&T, TeliaSonera, T-Mobile, Vodafone, Bell, Telus, e Cox Communications, por exemplo) anunciaram que pretendem converter suas redes até o final deste ano para os padrões LTE.

Entretanto, o sistema não é perfeito: por exigir a utilização de um cartão SIM — assim como os aparelhos das redes GSM atuais —, o padrão teoricamente excluiria da brincadeira outros dispositivos que não fossem provenientes das operadoras, como notebooks, por exemplo. Os custos finais (para os usuários) também devem ser ligeiramente mais elevados que os observados com o formato WiMax.

Uma guerra de morte?

Como já vimos acima, as duas são baseadas nos mesmos princípios e na mesma tecnologia para a transmissão de dados, entretanto, com a adoção forte que está ocorrendo com o LTE nas operadoras telefônicas, é provável que ela assuma o controle total do cenário, deixando para o WiMax a conexão banda larga para usuários finais.

Isso significa que nem uma e nem outra desaparecerá, mas sim que as duas servirão a propósitos diferentes em um futuro muito próximo. Outro ponto a ser considerado é que não será difícil e nem mesmo tão caro o desenvolvimento de plataformas com capacidade de conexão simultânea entre os dois padrões.

Quando a tecnologia deve aparecer

Os testes do WiMax já estão em andamento a mais tempo, contando com o suporte da Intel, com implementação aqui no Brasil em cidades como Brasília, Belo Horizonte, Mangaratiba, Ouro Preto e Parintins.

A própria Embratel passou a oferecer internet banda larga e telefonia VoIP para algumas regiões, sem requerimentos de linhas tradicionais. O número de cidades está em doze, mas deve pular para 61 em breve. A UFPR (Universidade Federal do Paraná) também planeja implementar hotspots de acesso, os quais servirão tanto aos alunos da instituição com dispositivos portáteis quanto àqueles que não possuem internet em suas casas.

Celulares e computadores juntos no 4G?

Já na questão móvel (das redes telefônicas) e na implementação do 4G em si, o processo deve ser um pouco mais lento devido a diversos fatores. O primeiro é a recessão global, que afetou os investimentos de todas as grandes companhias e desacelerou as modificações nos equipamentos (e já que o desempenho do 3G não foi dos melhores, as próprias provedoras não encontram ânimo).

No caso do Brasil, teriam que ser comprados e instalados bilhões em fibra óptica para que a estrutura correspondesse com a velocidade teórica prometida pelo LTE, evitando um cenário próximo ao visto com o 3G (em que a conexão caía o tempo todo e que a velocidade era sofrível).

Em segundo lugar, existem problemas em algumas regiões (novamente como o Brasil), nos quais a oferta de faixas de tráfego é muito baixa, ocupado também pelas transmissões televisivas analógicas. Se os dados fossem transmitidos na rede e nas frequências disponíveis atualmente, o que ocorreria seria um enorme congestionamento de dados.

Faltam também muitas etapas na regulamentação dos padrões e até mesmo a oficialização. Com tudo isso em mente, não espere pelo LTE e por suas vantagens tão cedo. A previsão para alguns países é de mais um ou dois anos no mínimo. Por aqui fica a esperança de que haja logo a regularização das faixas e de que as prestadoras de serviço se animem com a velocidade prometida.

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Estouro do ano... esperado por todos...

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Dirt 2 espera por DirectX 11



A versão para PC de Colin McRae: Dirt 2 só vai ver a luz do dia em Dezembro, de forma suportar os novos avanços tecnológicos do DirectX 11. A Codemasters explicou, a propósito disto, que quer proporcionar ao jogador “a experiência de condução mais realista, imersiva e entusiasmante do mercado”.

Com os consoles de nova geração a consagrarem-se, cada vez mais, como os sistemas de entretenimento predilectos dos jogadores, o PC tem visto o seu poder desaparecer. Este novo DirectX pretende mostrar, assim, que a plataforma ainda está apta para a luta. A versão PC de Colin McRae: Dirt 2 irá desempenhar um papel importante nesse projecto, planeando exceder as expectativas e prometendo, mesmo, declarar guerra aberta aos gráficos de Gran Turismo (admitindo que o jogador tem o hardware adequado à disposição).

Colin McRae: Dirt 2 (sequela de Colin McRae: Dirt) é o primeiro jogo da série depois da morte do piloto Colin McRae e deverá chegar às lojas em Setembro de 2009, para a PS3, Xbox 360, Wii, PSP e Nintendo DS.

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Notica atrasada....^^

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Essa notícia eu peguei do gizmodo, um site mega pica de notícias...



Cooler Master lança PCs para gamers extremos

A Cooler Master, empresa chinesa que fabrica coolers e fontes parrudas para PC, fez uma parceria com algumas empresas para fazer algo bastante raro no Brasil: PCs pré-montados pensados realmente para gamers, englobando tanto o desempenho extremo ao pouco explorado design exterior do gabinete.

Lá fora, há desktops customizados da Alienware e várias outras marcas que oeferecem computadores com placas de vídeo em SLI e ventilação diferente. Aqui, com razão, os PCs pré-montados sofrem preconceito, já que os gamers gostam de montar seu próprio PC/Frankstein selecionando as peças a dedo - e gastando bem menos no processo. A Cooler Master, das marcas favoritas dos casemodders, com parceria com a Intel, Nvidia e Accept acreditam que se tudo for bem montado, a mentalidade pode mudar.

A linha Accept Gamer tem três modelos: War, Speed e Xtreme. Vai desde uma configuração mais "modesta" até um monstro feito para rodar tudo que tem por aí.
O Xtreme por exemplo, que é o High-end da linha, leva um Intel Core I7 920, 6 GB de RAM, Placa mãe Intel, 1 Tera de armazenamento e uma fonte de 850W reais. Apenas a placa de vídeo que não é uma das top10 do mercado. Mas como são duas Geforce 9600 GT em SLI, dá conta do recado com sobras. Sim, roda crysis, com todos os filtros possiveis e imaginários.

Tudo isso vem dentro do gabinete Cosmos RC 1000 todo estilizado, até a pintura. Junto vem um combo da Logitech de mouse + teclado Deluxe. Tudo sai por R$ 9.999,00, sob encomenda.

Falando em design, a Cooler Master tirou do exílio um dos designers mais famosos do Brasil, Hans-eu-faço-vinhetas-da-Globo-e-pego-a-Globeleza Donner. Ele fez a carcaça da linha Timension, que é destinada a tarefas multimídias avançadas. Essa linha possui duas configurações, a top conta com uma Geforce 9600 GT, um Intel Core 2 duo E8400, 4 GB de RAM, Fonte de 650 W reais, placa mãe MSI e 750 GB de armazenamento. Vem com o combo deluxe da Logitech mouse + teclado wireless. Saindo por R$ 7.399,00.

A Armaroli, fabricante de simuladores de F-1 também tem sua linha com a Cooler Master, chamada de Armaroli Simulator V8 e V12, com configurações voltadas para games e desktops customizados com tema de corrida. A versão V12 tem: Geforce 9800 GT, Intel Core 2 Duo E8400, 4 GB de RAM, fonte de 650 W reais, placa mãe MSI e 750 GB de armazenamento. R$ 7.299,00 por tudo.

A idéia da Cooler Master é bacana, e raríssima no Brasil, onde normalmente os PCs pré-configurados são sempre mal dimensionados e têm o mesmo design (ou nenhum). Para manter-se atualizada a Cooler Master vai lançar novas configurações a cada 3 meses.

Por enquanto a venda está disponível somente no magazine luiza (o lugar, como sabemos, onde todos os gamers fazem compras. Hihihi) e a rede gaúcha dot.com, mas já está programado para o terceiro trimestre a entrada dos produtos em várias lojas como Submarino, Walmart, Americanas e outras varejistas.

Ah, sim. É caro. Custa quase o dobro da soma das peças. Mas hey, sempre haverá gente querendo desktops bem montados com componentes topo de linha. Já dá pra comprar no Brasil, pelo menos.

Toda a linha:

Accept Gamer “WAR”
Gabinete Cooler Master Elite 333; Placa de Vídeo nVIDIA 9400GT – 512MB; Processador Intel Pentium Dual Core E5200; Memória RAM DDR2 800MHz de 2GB; Fonte Cooler Master Extreme Power 390; Cooler Master Retail Cooler Hyper TX2 (alta performance!); Disco rígido de 320GB SATA II 7200RPM; Drive de DVD-RW SATA; Motherboard com Chipset Intel G31; Combo mouse + teclado Logitech Óptico USB; Sistema Operacional Windows Vista Home Basic. GARANTIA 1 ANO (podendo ser estendida). Preço: R$ 2.499,00

PC Timension Silver HD
Gabinete Cooler Master Cavalier 3; Placa de Vídeo nVIDIA 9500GT – 1GB; Processador Intel Pentium Dual Core E5200; Memória RAM DDR2 800MHz de 2GB; Fonte Cooler Master Extreme Power 460; Cooler Master Retail Cooler Hyper TX2 (alta performance!); Disco rígido de 320GB SATA II 7200RPM; Drive de DVD-RW SATA; Motherboard com Chipset Intel G31; Combo mouse + teclado Logitech Óptico USB; Sistema Operacional Windows Vista Home Basic. GARANTIA 1 ANO (podendo ser entendida). Preço: R$ 3.199,00

PC Armaroli Simulator V8
Gabinete Cooler Master Centurion 590; Placa de Vídeo nVIDIA 9600GT – 512MB; Processador Intel Pentium Dual Core E5200; Memória RAM DDR2 800MHz de 2GB; Fonte Cooler Master Extreme Power 550; Cooler Master Retail Cooler Hyper TX2 (alta performance!); Disco rígido de 320GB SATA II 7200RPM; Drive de DVD-RW SATA; Motherboard com Chipset Intel G31; Combo mouse + teclado Logitech Óptico USB; Sistema Operacional Windows Vista Home Basic. GARANTIA 1 ANO (podendo ser estendida). Preço: R$ 3.299,00

Accept Gamer “SPEED”
Gabinete Cooler Master Centurion 590; Placa de Vídeo nVIDIA 9600GT – 512MB; Processador Intel Core 2 Duo E7400; Memória RAM DDR2 800MHz de 2GB; Fonte Cooler Master Extreme Power 550; Cooler Master Retail Cooler Hyper TX2 (alta performance!); Disco rígido de 500GB SATA II 7200RPM; Drive de DVD-RW SATA; Motherboard Chipset Intel G31; Combo mouse + teclado Logitech Óptico USB; Sistema Operacional Windows Vista Home Basic. GARANTIA 1 ANO (podendo ser estendida). Preço: R$ 3.499,00

PC Armaroli Simulator V12
Gabinete Cooler Master Cosmos RC 1000; Placa de Vídeo nVIDIA 9800GT – 512MB; Processador Intel Core 2 Duo E8400; Memória RAM DDR2 800MHz de 4GB; Fonte Cooler Master Extreme Power 650; Cooler Master Retail Cooler Hyper 212 (high-end); Disco rígido de 750GB SATA II 7200RPM; Drive de DVD-RW SATA; Motherboard MSI P43 Neo3-F; Combo mouse + teclado Deluxe Logitech Wireless; Sistema Operacional Windows Vista Home Premium. GARANTIA 1 ANO (podendo ser estendida). Preço: R$ 7.299,00

PC Timension Cosmos
Gabinete Cooler Master Cosmos RC-1000; Placa de Vídeo nVIDIA 9600GT – 1GB; Processador Intel Core 2 Duo E8400; Memória RAM DDR2 800MHz de 4GB; Fonte Cooler Master Extreme 650; Cooler Master Retail Cooler Hyper 212 (high-end); Disco rígido de 750GB SATA II 7200RPM; Drive de DVD-RW SATA; Motherboard MSI P43 Neo3-F; Combo mouse + teclado Deluxe Logitech Wireless; Sistema Operacional Windows Vista Home Premium. GARANTIA 1 ANO (podendo ser estendida). Preço: R$ 7.399,00

Accept Gamer “XTREME”
Gabinete Cooler Master Cosmos RC 1000; 2 Placas de Vídeo nVIDIA 9800GT – 512MB em SLI; Processador Intel Core i7 920; Memória RAM DDR3 1333MHz de 6GB; Fonte Cooler Master Real Power 850W; Cooler Master Retail Cooler Hyper 212 (high-end); Disco rígido de 1TB SATA II 7200RPM – RAID 10 (4 Discos de 500GB); Drive de DVD-RW SATA; Motherboard Intel DX58S0; Combo mouse + teclado Deluxe Logitech Wireless; Sistema Operacional Windows Vista Home Premium. GARANTIA 1 ANO (podendo ser estendida). Preço: R$ 9.999,00

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Notícias da semana

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1°)É melhor jogar no laptop ou videogame? Que tal no Laptop Xbox 360 de Ben Heck?

Ben Heckendorn - verdadeiro deus geek andando entre os homens - está de volta com a quinta versão de seu Xbox 360 portátil.

Apesar de ele ter esvaziado o miolo do mesmo laptop Gateway 1775W com uma tela de 17'' (1280 x 720), ele escreve que o novo design foi feito do zero, e tem as seguintes fucionalidades:

* Porta Ethernet inclusa, finalmente
* Adaptador wi-fi incluso, como usual
* Controle de volume digital. Caixas de som diferentes, com som melhor.
* Botões da bandeja de DVD e painéis laterais (como os espaços dos cartões de memória) reconstruídos
* Sensor infravermelho parao cotrole remoto
* Mais saías de ar!
* Placa-mãe Jasper

Dê uma olhada no vídeo para mais detalhes.



2°)Speedy: nada de multa para quem cancelar contrato antes do prazo

Antonio Carlos Valente, presidente da Telefônica

O Ministério Público Federal de São Paulo pediu e a Telefônica atendeu: quem quiser rescindir o contrato do Speedy antes do mínimo de 12 meses, não vai mais pagar multa a partir desta segunda-feira (06/07). Mas vale só por 90 dias. E terça-feira tem audiência pública em Brasília, pra discutir que raios aconteceu com o serviço de banda larga da telecom — o serviço de telefonia fixa também.

Nesta quinta, dia de mais uma falha do Speedy (de novo os servidores DNS!), o Ministério Público Federal de São Paulo enviou recomendação para a Telefônica: dado que seu serviço não está tão bom assim, por que vocês obrigam consumidor a permanecer 12 meses no Speedy? A empresa, pra não arrumar criaca com a Justiça, acatou. Mas a medida é provisória: vale só por 90 dias a partir desta segunda, depois os contratos voltam ao normal — cobra-se a multa de 10% sobre o valor de 12 mensalidades do Speedy (veja o contrato do Speedy aqui).

A justificativa do procurador responsável do MPF é ótima: "O contrato de longa duração só é justo se mantida a qualidade do serviço por todo o período prestado". Espero que o MPF fique de olho em outras telecoms também — de telefonia móvel, em especial. Afinal, nenhuma empresa "pode querer impor o prejuízo da sua má prestação de serviços aos consumidores". Essas palavras foram só pra Telefônica, mas diz que não encaixa bem em outras empresas?

E terça-feira tem sabatina em Brasília. A Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática (todos os assuntos que o Giz cobre!) da Câmara vai realizar audiência pública dia 7 para discutir o que causou as panes na rede da Telefônica — tanto no Speedy quanto na telefonia fixa. Quem está na lista VIP? O presidente da Telefônica, Antônio Carlos Valente (duh); o diretor-executivo do Procon-SP; e um dos superintendentes da Anatel. Então fiquem ligados na TV Justiça, dia 7, às 14h30! O Pedro, que está lá em Brasília, promete tentar rrumar uma boquinha no Congresso acompanhar a audiênca. [Imagem via Folha]


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Mega dica da semana...

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Primeira Mega notícia...

Alienware aterrissa no Brasil, cria uma nova classe de laptops

Como prometido, a Dell começou a vender os computadores da Alienware no Brasil, com o possivelmente radioativo M17x. Não há nada remotamente parecido no mercado nacional, e por isso mesmo ele tem um público bastante restrito por causa do preço: nós aqui calculamos em 42 pessoas, mais ou menos. Enquanto esperamos a nossa unidade pra testes chegar, nós configuramos o mais baratinho (R$ 8.133) e o mais caro possível (4 portas, ar-condicionado, trio elétrico, rodas de liga-leve, etc). Veja os monstros que você leva para casa após gastar um troquinho.

PROCESSADOR Processador Intel® Core™2 Duo P8600 (2.4 GHz, 3 MB L2 cache, 1066 MHz FSB) - BRH8600
SISTEMA OPERACIONAL Windows Vista® Home Premium SP1 Original 64-bit em Inglês
OPÇÃO DE COR Preto - Alumínio Anodizado
PLACA DE VÍDEO Placa de Vídeo NVIDIA® GeForce® GTX 260M (1GB, 256bits,112 Processor Cores, 462 Gigaflops)
LCD E TELA 17" Widescreen XGA+ 1440x900 (900p)
MEMÓRIA Memória 4GB DDR3 1066MHz (2x2GB)
DISCO RÍGIDO Disco Rigido SATA de 500GB (7200RPM) c/ sensor de queda
UNIDADE ÓPTICA Gravador de DVD/CD Slot-Load Integrado (Unidade DVD+/- RW 8x)
GARANTIA 1 ano de Garantia a Domicílio
PLACA WIRELESS Dell 1510 Wireless-N Card
MOUSE POINTER Teclado em InglêsName PlateStandard Nameplate (Alienware M17x)
ESTILO DO WINDOWS Estilo de Windows Padrão
Adobe SoftwareAdobe Acrobat Reader – Inglês
ATUALIZAÇÕES AUTOMÁTICAS Updates Automáticos Ativados
CONSUMO DE ENERGIA Alta PerformanceTime ZoneTime Zone Active
BLUETOOTH Internal Wireless Bluetooth® 2.1 with EDR


PROCESSADOR Processador Intel® Core™2 Extreme Quad QX9300 (2.53 GHz, 12 MB L2 cache, 1066 MHz FSB) - BRH8604
SISTEMA OPERACIONAL Windows Vista® Ultimate SP1 Original 64-bit em Inglês
OPÇÃO DE COR Preto - Alumínio Anodizado
PLACA DE VÍDEO Duas Placas de Vídeo NVIDIA® GeForce® GTX 280M (2x1GB com SLI®, 256bits, 128 Processor Cores, 562 Gigaflops
LCD E TELA 17" Widescreen UXGA 1920x1200 (1200p)
MEMÓRIA Memória 8GB DDR3 1333MHz (2x4GB)
DISCO RÍGIDO Duas Unidades de Armazenamento totalizando 512GB RAID 0 (2 x 256GB Solid State Drive)
UNIDADE ÓPTICA Blu-Ray Combo Slot-Load Integrado (Gravador de DVD e CD e Leitor de Blu-Ray)
GARANTIA 2 anos de Garantia a Domicílio
INSTALAÇÃO Sem o serviço de instalação
EVITE DANOS IMPREVISTOS 2 anos de serviço de proteção contra danos imprevistos – CompleteCare
PLACA WIRELESS Dell 1510 Wireless-N Card
MOUSE POINTER Teclado em InglêsName PlateStandard Nameplate (Alienware M17x)
ESTILO DO WINDOWS Estilo de Windows PadrãoAdobe SoftwareAdobe Acrobat Reader – Inglês
ATUALIZAÇÕES AUTOMÁTICAS Updates Automáticos Ativados
CONSUMO DE ENERGIA Alta PerformanceTime ZoneTime Zone Active
BLUETOOTH Internal Wireless Bluetooth® 2.1 with EDR


Segunda Dica

Como escolher a placa de vídeo certa

Existem muitas placas de vídeo boas por aí hoje em dia, para todo tipo de necessidade. Mas as chances de você encontrar a placa de vídeo certa são pequenas. Não precisa ser tão difícil assim.

Se você está comprando um computador novo, montando o seu ou atualizando um antigo, o processo de escolher uma nova placa de vídeo pode ser desafiador. Placas de vídeo integradas — que vêm na maioria dos PCs — não conseguem rodar bem jogos de três anos atrás, muito menos os de hoje, e vão deixar você em desvantagem quando tecnologias futuras como GPGPU, que basicamente usa sua placa de vídeo como um processador adicional, estiverem finalmente disponíveis. Além disso tudo, estamos num momento de queda de preços: é uma hora ótima para comprar. Logo, o que importa é fazer a escolha certa. Mas como?

Escolha objetivos específicos

O primeiro passo para encontrar a placa de vídeo certa é simplesmente relaxar. As especificações das placas já são quase impossíveis de entender, e os nomes das placas só vão dar dor de cabeça para você. Os nomes com números cada vez maiores, as linhas de produtos diferentes mas com placas semelhantes, as tecnologias dos chips com nomes enganadores — esqueça tudo isso. Por enquanto, finja que nada disso existe.

Agora, escolha seus objetivos. Quais jogos você quer jogar? Quais opções de saída de vídeo e quais entradas você quer? A qual resolução você quer rodar seus jogos? Você pode precisar das novas tecnologias GPGPU que logo estarão disponíveis? E mesmo que você tenha que ajustar isto depois, decida um preço-alvo. Quem quer comprar um PC já pronto tem que considerar o custo de levar uma placa mais cara, e decidir de acordo com isso. Para quem vai atualizar o PC, R$200 a R$250 é o custo médio adicional de levar uma boa placa de vídeo: você leva uma placa relativamente nova, e com memória suficiente para rodar jogos por uns dois anos. Se você quer gastar menos, é possível; se quiser gastar mais, pode gastar.

É isto o mais importante. Sério, esqueça qualquer preferência à Nvidia ou ATI, qualquer experiência anterior com placas de anos atrás, ou alguma franquia de jogos futura ainda não lançada. Seja firme no que você quer, mas quanto a especificações de placas e material de marketing, ignore-os no início.

Não se perca nas especificações

Agora que você conhece suas ambições, sejam elas modestas ou desmedidas, agora é hora de mergulhar no mar tempestuoso e desorientador de modelos que você pode escolher. A primeira camada de complexidade vem das duas grandes empresas, Nvidia e ATI, cujas linhas de produtos parecem mais nomes de robôs de "Exterminador do Futuro" que algo criado por humanos. Esta é a linha de GPUs (processadores gráficos) da Nvidia para desktops:

Parece que as GPUs vão evoluindo de forma linear, a performance (ou pelo menos o preço) deve aumentar de acordo com o modelo e o número, certo? Errado! Como é que a gente vai saber que uma 9800GTX é mais poderosa que a GTX250, ou que a 8800GTS detona uma 9600GT? O sufixo de duas letras pode significar mais que o número do modelo, e, da mesma forma, o número do modelo pode representar mais que a linha de produto da placa. Essas convenções mudam com o tempo, e mais de uma empresa pode usar a mesma convenção. Por exemplo, a ATI também fabrica placas com nomenclatura 9x00, que nem a Nvidia. Fica a lição: você não precisa se importar com essa besteiras.

A segunda camada de complexidade vem de diversas fabricantes que renomeiam, mudam e inventam jeitos elaborados de deixar mais legais as placas com chips da Nvidia e ATI. É isso que fazem a Sapphire, EVGA, HIS, Sparkle, Zotac e um sem-número de outras empresas de nomes estranhos. Às vezes, elas fazem mudanças significativas na performance das GPUs com as quais fabricam placas, mas sem dúvida a etiqueta da Nvidia ou ATI na caixa é o melhor indicador do que esperar do produto. Por exemplo, uma Zotax Gtx285 não vai ser muito melhor ou pior que uma EVGA com o mesmo GPU. Vem uma configuração diferente de ventoinha, a placa tem formato diferente, e provavelmente haverá diferenças na quantidade de memória ou frequência da GPU, mas a diferença mais importante — a única diferença com a qual você deve se importar — é o preço.

E a última linha de defesa impenetrável das placas de vídeo, difícil de ser compreendida, é o jargão do hardware. Tabelas bizarras e inúteis com especificações são, e sempre foram, uma característica comum em componentes de PCs, seja memória RAM (DDR3-1600!) ou processadores (12 MB de cache L2! 1333MHz FSB!)

Placas de vídeo são piores. Cada uma tem três velocidades medidas em megahertz: a frequência do núcleo, do CPU (shader) e da memória VRAM — a quantidade de memória dedicada que a placa de vídeo possui. Que, por sua vez, é outra especificação que recebe destaque, indo de 128MB para os tantos de 1GB para gamers extremos. Além da frequência, a memória tem outras especificações para confundir você: tipo de memória (DDR2 ou DDR3); largura de interface de memória (em bits; quanto maior, melhor), e largura de banda de memória, hoje medida em GB/s. E, cada vez mais, você encontra o número de núcleos na GPU: sabia que a melhor placa da Nvidia tem 480 núcleos? Não? Que bom.

A melhor forma de abordar estes números é ignorá-los. Sim, eles dão uma base de comparação e significam alguma coisa, mas a menos que você seja um entusiasta por placas de vídeo, você não vai conseguir olhar para uma só especificação — nem uma tabela de especificações inteira —e tirar conclusões úteis sobre as placas. Pense nas placas de vídeo como se fossem carros: potência em cavalos, torque e cilindradas são coisas importantes. Mas requerem contexto antes de significar alguma coisa para o motorista. Por isso que testes na estrada têm peso na decisão de comprar um carro.

Também existem "testes na estrada" para placas de vídeo: aí estão os números com os quais você deve se importar.

Respeite os benchmarks, ou confie nos especialistas

Na ausência de especificações, nomes ou outras características relevantes, só nos restam os testes de performance. O que é bom! Por anos, sites como Tom's Hardware, Maximum PC e Anandtech (e Notebook Check, disponível em português, para laptops) passam incessantemente quase todos os modelos de placas de vídeo por uma bateria de testes, fornecendo ao público medidas comparativas de performance no mundo real. Estes são os únicos números que você deve procurar; e agora entram em cena os objetivos que você estabeleceu.

Você deve aplicá-los assim: suponha que você queira jogar somente o jogo Left 4 Dead, e tem uns 200 reais para gastar. Vá no Tom's Hardware, veja os benchmarks para aquele jogo, e vá olhando a lista. Você está procurando uma placa de vídeo que 1) você pode escolher para instalar no seu PC e 2) aguenta bem rodar o jogo, com resolução e qualidade de textura altas — em termos gerais, que rode o jogo a pelo menos 60 fps (frames por segundo). Encontre a placa, veja o preço e você está quase lá. Quando você se decidir por uma placa baseado nos seus critérios específicos, pesquise mais. Você pode ver benchmarks de outros jogos e buscar reviews (no Clube do Hardware, por exemplo) sobre a placa que você quer, para ver algumas características que um teste de benchmark não mencionam, como ruído da ventoinha, gasto de energia e confiabilidade.

A partir daí, sua preocupação será comprar para o futuro. Não compre o requisito mínimo para rodar a geração atual de jogos: pra que gastar, nem que seja pouco, em uma placa que ficará obsoleta em meses? Mas comprar a placa de vídeo fodona, de dois GPUs também não é boa escolha. Gerações de placas de vídeo vêm e vão, mas uma coisa é certa: nos produtos medianos, que custam de 200 a 250 reais, você pode apostar. E ponto. Às vezes são produtos novos, ou pode ser que existam já há algum tempo. O que você deve comprar, então, é o top de linha da geração passada. O que é muito tranquilo e deixa satisfeitos a maioria dos usuários por todo um ciclo de vida de um PC. Se você curte (e pode) comprar as placas mais envenenadas, não estaria lende este guia.

Outra alternativa é confiar nos especialistas. Sites como Ars Technica e Maximum PC elaboram regularmente guias com sistemas e suas especificações a diferentes preços, onde eles fizeram o julgamento de valor por você. No Tom's Hardware você encontra um valioso guia "Melhores Placas pelo seu Dinheiro" todo mês. A cada faixa de preço, existem placas de vídeo disponíveis: a sua escolha será geralmente óbvia e os caras sabem do que estão falando.

Mas lembre-se: eles estão aplicando a mesma fórmula que você, mas com um olhar mais de conhecedor. Só que escolher uma placa é simples: decida o que você precisa, consulte as fontes certas, e fuja das especificações específicas demais para não ter dor de cabeça. Boa sorte.


Terceira Dica

Teste de velocidade de navegadores já inclui Firefox 3.5 final

Nós publicamos, faz algumas semanas, um comparativo testando a velocidade dos navegadores de nova geração: Safari 4, Chrome 2 e outros. Mas faltava um teste usando a versão final do Firefox 3.5. Graças ao Gustavo do blog OxenTI (boa sacada!), agora não falta mais nada. Quem sai ganhador no teste: depende do que você prioriza num navegador — estabilidade, pouca exigência de recursos, ou nomes compridos. Veja a tabela:

O Gustavo, no seu blog OxenTI, já testou a nova versão final do navegador da Mozilla, lançada ontem. Alguns testes feitos pelo Gustavo são os mesmos realizados pelo Giz americano, e trazem resultados parecidos. O que é muito bom! Fora que qualquer teste que estampe "Internet Explorer FAIL" não pode passar despercebido pelo Giz.

O blog ainda traz um pouco de história sobre a guerra dos navegadores atual e de outrora, comparações entre os navegadores e participação de mercado de cada um deles. Além, é claro, dos testes de performance: velocidade de abertura, consumo de memória, Javascript e Acid Test. E links para baixar os navegadores para Windows, Mac e Linux! Então o que você está esperando? Corra já para o OxenTI! (Valeu Gustavo!)



E a comédia da Semana...

Igreja Internacional explica diferenças entre os videogames do capeta

Acusações de violência gratuita ou apelação sexual já são clichê quando o assunto é videogame. Então, se você quer demonizar o nosso passatempo favorito, tenha um pouco mais de originalidade. Veja o pessoal da Igreja Internacional, velha conhecida nossa, por exemplo. A cada dia eles encontram mais conexões entre coisas ruins e os jogos eletrônicos. Para ter uma idéia do nível de maldade das máquinas: elas gritam “Cegaaaa” para senhoras com catarata antes de alguns jogos.

Pastor Silas, aliás, fez um bom resumo das características dos principais videogames:

“(Sobre o Xbox360) Feito pela empresa Microsoft, a mesma do Windows, é voltado para o público adolescente. Seu forte são jogos de tiro, em que, com um realismo incrível, é mostrado sangue, ferimentos, guerra, dor e o ódio. Tem uma trava que só permite um certo tempo de uso. Depois que a trava (3RL) é acionada, é necessário adquirir outro aparelho, dando assim mais lucro à empresa.”

“Metal Gear Solid 4: Cobra, um policial aposentado, vai ao Iraque para vingar a morte de seu irmão. Lá enfrenta uma horda de robôs e seu arquiinimigo, Revólver Ocerote. Uma bobagem, história japonesa fantasiosa e cheia de clichês.”

“(Sobre o Wii) - Também japonês, é voltado ao público infanto-juvenil de 4 à 12 anos e também para mulheres e idosos. Seu controle fálico é uma afronta à moralidade e aos bons costumes, o seu formato de órgão masculino é evidente e o jogador para controlá-lo, tem que chacoalhá-lo, numa clara referência à masturbação.”

Mas para confirmar a nacionalidade de Deus, surge uma luz:

“(Zeebo) Este parece ser um dos únicos vídeo-jogos que se salvam. Ao contrário dos outros, tem jogos em português, é de empresa brasileira e tem jogos construtivos que divertem e ensinam. Há alguns jogos violentos, mas não são todos. Os gráficos e sonoridade são bastante superiores aos outros vídeo gueimes listados acima, pois tem um hardware poderoso, arrojado e dinâmico.”

Penso que o Pastor não viu tanta violência no Zeebo justamente por conta de seus gráficos que impossibilitam uma boa visão, mas isso não é nenhum pecado, acho.

[via Gamer BR e Igreja Internacional]

UPDATE: Sim, é óbvio que a gente sabe que é gozação. Mas parafraseando o Pablo Miyazawa: "Pena que é tudo brincadeira. O importante é entrar no clima, certo? Mas… e se por um acaso, for de verdade? Daí eu chamaria esse cara para trabalhar comigo. Tipo, gênio."

UPDATE 2: Não confundir a Igreja Internacional (fake) com a Igreja Internacional da Graça de Deus, a do R.R. Soares.

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